Observatório da Inovação e Competitividade

Site do Observatório da Inovação da USP, uma iniciativa do IEA/USP, coordenado pelos Professores Glauco Arbix e Mário Salerno.

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Divisão de projetos de P&D em portfólios: a experiência da MAHLE

quarta-feira, junho 8th, 2011

Slides do seminário apresentado por André Ferrarese, Engenheiro de Pesquisa na Mahle Metal Leve S/A, sobre Divisão de projetos de P&D em portfólios: a experiência da MAHLE, realizada em 06/06/2011, no Observatório da Inovação e Competitividade. Para abrir o arquivo PDF, clique aqui.

Divisão de projetos de P&D em portfólios: a experiência da MAHLE

quarta-feira, junho 8th, 2011

Vídeo do seminário apresentado em 06/06/2011 por André Ferrarese, Engenheiro de Pesquisa na Mahle Metal Leve S/A.

Os slides do seminário encontram-se disponíveis em nossa Biblioteca e o arquivo PDF pode ser acessado diretamente clicando aqui.

Imagem de Amostra do You Tube

As Ações da Diretoria de Inovação do IPT

quarta-feira, junho 1st, 2011

Vídeo do seminário apresentado em 30/05/2011 pelo Prof. Dr. Fernando J. G. Landgraf, Diretor de Inovação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e professor do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da POLI USP, sobre o tema

As ações da Diretoria de Inovação do IPT: principais desafios para projetos colaborativos com empresas“.

Os slides do seminário encontram-se disponíveis em nossa Biblioteca e o arquivo PDF pode ser acessado diretamente clicando aqui.

Imagem de Amostra do You Tube

Nova PDP e a mira em inovação e competitividade

segunda-feira, março 28th, 2011

Hoje, o Caderno de Economia do jornal O Estado de São Paulo dedicou a capa e algumas matérias à nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) e às medidas do governo para estimular a inovação. As matérias podem ser lidas no site do jornal (os links encontram-se indicados nos títulos, abaixo) ou nos arquivos em PDF que disponibilizamos ao final do post.

A capa dizia “Governo quer R$ 37 bi para inovação: nova versão da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), a ser divulgada em abril, mira em competitividade e pede mais verba para pesquisa”. Fala sobre as metas de aumento do gasto privado em P&D e aponta quais devem ser as diferenças da chamada “PDP 2″ em relação a sua antecessora.

Nas páginas B4 e B5, a continuação das matérias relacionadas ao tema:

Na página B4, em “Empresas são atraídas para projeto de inovação: CNI vai apresentar propostas para o plano de Política de Desenvolvimento Produtivo”, o assunto é a tentativa do governo de ampliar a adesão do setor privado ao plano. Fala-se sobre a proposta do ministro de Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, de criação de novos fundos setoriais para dar mais força ao FNDCT e sobre a perda de recursos sofrida por esse fundo por meio dos contingenciamentos fiscais. Outro plano aludido é o de transformar a FINEP em uma instituição financeira, encarado com o pé no chão por seu presidente, Glauco Arbix, que diz saber que isso não acontecerá em menos de quatro anos. “Enquanto isso, a intenção é dobrar o orçamento da Finep e triplicar o número de empresas fomentadas pela agência até 2014″, relatam os autores da matéria. Há ainda alguns dados e estatísticas sobre a inovação no país.

Na mesma página, “Dilema entre ‘o que se quer ser’ e ‘o que se é’” traz a questão da dificuldade de equilibrar uma política industrial que seja capaz de promover o investimento em setores de alta tecnologia, mais intensivos em conhecimento e com alto valor agregado, sem deixar de incentivar os setores que já são tradicionalmente competitivos. O governo tem a preocupação de evitar que o país se especialize demais em commodities (como vem fazendo), mas não pode deixar de lado os setores que as produzem se pretende aumentar o investimento a médio prazo.

Ao lados dos dois artigos indicados acima, há um quadro com gráficos dos dados e estatísticas sobre a inovação brasileira. Esse quadro pode ser visto apenas nos arquivos PDF (abaixo) e não foi colocado no site do jornal.

Por último, na página B5, há uma entrevista com Carmen Pagés-Serra, pesquisadora do Bando Interamericando de Desenvolvimento (BID), intitulada “Governo deveria incentivar serviços: para Carmen, em vez de escolher setores e dar subsídios, o Brasil deveria criar uma ‘política industrial de serviços’”. Com uma postura crítica, ela diz que a grande fonte de crescimento para o país e para a região está no setor de serviços, que representa mais de 60% da economia, e que o governo errará se lançar a nova PDP preocupado apenas com indústria e exportações. Comenta, ainda, a criação de um Ministério das micro e pequenas empresas relacionando a ideia a uma “visão romântica” sobre o que é pequeno. Para ela, as empresas pequenas devem crescer com o tempo ou não estariam sendo produtivas. Será que essa é realmente a lógica predominante em todos os setores? Especialmente, será que essa lógica é válida para os setores de alta tecnologia?

Para baixar as páginas do jornal em PDF, clique nos links abaixo:

Estadão – 28/03/2011 – Página B1

Estadão – 28/03/2011 – Página B4

Estadão – 28/03/2011 – Página B5

Technologies clés 2015

sábado, março 26th, 2011

O estudo Technologies clés 2015, documento publicado no site do Portal da Indústria do governo francês, tem como objetivo identificar os segmentos estratégicos da economia francesa e realizar uma análise dos pontos fortes e fracos do desenvolvimento dessas tecnologias na França. É destinado aos docentes que desejam oferecer perspectivas, aos chefes de empresas e executivos à procura de um aumento no crescimento e aos formuladores de políticas públicas em suas escolhas e tomadas de decisões para preparar o futuro.

Esta quarta edição do estudo de prospecção tecnológica “Tecnologias chaves 2015″ apresenta 85 tecnologias chaves que encontram aplicação em 07 setores econômicos. Os organismos mais pertinentes foram associados a cada uma das áreas investigadas para fazer do estudo uma análise estratégica e uma ferramenta estruturante.

Assim, o estudo é resultado de numerosas trocas organizadas com mais de 250 especialistas, experts, representantes do mundo socioeconômico sobre as implicações que essas tecnologias têm em nossa sociedade, tanto no território francês quanto nos mercados mundiais.

Cada um dos setores descritos nesse trabalho é acompanhado de uma monografia que permite precisar os elementos do contexto e as questões associadas, as grandes tendências de evolução e as tecnologias chaves do setor e a posição da França no que diz respeito a essas tecnologias. As recomendações elaboradas a partir dos trabalhos realizados pelos diferentes grupos de especialistas são formuladas para propor caminhos de reflexão.

As tecnologias chaves são apresentadas com uma forma bem sintética de descrição da tecnologia, suas aplicações, seu estado de difusão, o estado da concorrência e os atores a elas associados. Enfim, as tecnologias são posicionadas em relação ao tempo de acesso ao mercado, ao nível de atratividade e às diferentes implicações que lhe concernem.

O documento pode ser acessado, na íntegra ou em partes, em formato PDF ou flash, pelo link:

www.industrie.gouv.fr/tc2015/#etude