Observatório da Inovação e Competitividade

Site do Observatório da Inovação da USP, uma iniciativa do IEA/USP, coordenado pelos Professores Glauco Arbix e Mário Salerno.

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Filial de múlti envia US$ 21 bi a matriz no país

terça-feira, fevereiro 7th, 2012

Valor Econômico
06/02/2012
Filial de múlti envia US$ 21 bi a matriz no país

Por Sergio Lamucci | De São Paulo

As matrizes das multinacionais brasileiras receberam em 2011 um fluxo expressivo de recursos de suas filiais no exterior, nos chamados empréstimos intercompanhias. Nessas operações, as entradas no Brasil superaram as saídas em US$ 21,2 bilhões, o que fez o saldo líquido total de investimentos brasileiros diretos no exterior – voltados para atividades produtivas – ficar positivo em US$ 9,3 bilhões, uma vez que o fluxo de compras de participação no capital de empresas lá fora ficou negativo em US$ 11,9 bilhões. Os números são do Banco Central.

O resultado causa alguma estranheza, porque o processo de internacionalização das companhias brasileiras está no começo, e seria natural que as saídas de recursos fossem superiores às entradas.

Há quem acredite que as empresas trouxeram neste ano mais dinheiro das filiais com o objetivo de evitar a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas aplicações em ações e principamente em renda fixa (para aproveitar o diferencial entre juros internos e externos), mas vários analistas têm explicação mais benigna. O dinheiro viria para as companhias investirem em atividades produtivas, uma vez que as perspectivas de crescimento da demanda por aqui são mais favoráveis do que em boa parte do mundo. Os investimentos brasileiros diretos se compõem da soma das operações de participação no capital e dos empréstimos intercompanhias.

Pesquisador do Observatório de Inovação e Competitividade da USP, Luiz Caseiro diz que a ampliação da presença das empresas brasileiras no exterior aumenta a capacidade de levantar recursos fora do país. Uma das vantagens da internacionalização, lembram analistas, é o acesso a capital com custos mais baixos. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização (Sobeet), Luís Afonso Lima, num momento em que a economia brasileira oferece oportunidades interessantes de expansão, as empresas tendem a dar preferência a projetos por aqui. “É um recuo tático, não um abandono das operações fora do país.”

Caseiro também não vê esse movimento como um retrocesso na fase de internacionalização. Ele lembra que, no caso das operações de participação de capital, as saídas de recursos do Brasil continuaram a superar as entradas em 2011. Isso quer dizer que as empresas seguem aumentando a presença fora do país. Nos últimos anos, companhias como Vale, Petrobras, Gerdau, Weg e Marcopolo ampliaram a atuação no exterior.

Dos US$ 21,2 bilhões que voltaram ao país sob a forma de empréstimos intercompanhias, US$ 15,1 bilhões se referem a operações em que a filial amortiza recursos que haviam sido emprestados pela matriz. Para o professor Antonio Corrêa de Lacerda, da PUC-SP, esse movimento pode confirmar a hipótese de que as empresas decidem trazer recursos das subsidiárias por verem perspectivas mais promissoras por aqui. “É um movimento de trazer parte do dinheiro de volta, mas não de desistir da internacionalização.”

Lima diz que as empresas podem “arbitrar” a data de amortização de empréstimos de suas filiais, ou seja, têm espaço para definir quando mandar o dinheiro de volta. Dado que hoje os projetos em várias áreas são mais promissores no Brasil, faz sentido trazer os recursos. “Como se trata de uma relação entre matriz e subsidiária, a tendência é que esses pagamentos ocorram em função de um planejamento da organização de investimentos”, reforça Caseiro.

Há ainda uma fatia de US$ 6,1 bilhões do fluxo líquido de US$ 21,2 bilhões de empréstimos intercompanhias para o Brasil que se refere a recursos emprestados às matrizes pelas filiais. Como o custo do dinheiro no exterior é mais baixo, há um estímulo para que as subsidiárias tomem emprestado no exterior e repassem para as sedes investirem em projetos num mercado de maior potencial de crescimento, dizem analistas.

Pesquisadoras do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Julia Braga e Renata Carvalho acreditam que o forte aumento do fluxo de recursos das filiais para as matrizes neste ano pode ter outro motivo. Para elas, as empresas estão buscando opções para evitar a cobrança do IOF nas aplicações de recursos em ações e renda fixa. Em outubro de 2010, a alíquota para a renda fixa subiu de 2% para 6%, e a de ações foi definida em 2%. As pesquisadoras notaram primeiro o aumento dos fluxos de investimentos estrangeiros diretos, que também passaram a apresentar maior volatilidade, característica típica de capitais de curto prazo, como as aplicações em ações e renda fixa.

De fato, o fluxo das filiais no exterior para as matrizes em 2011, de US$ 21,2 bilhões, ficou bem acima dos US$ 15,2 bilhões de 2010 e dos US$ 14,6 bilhões de 2009, embora esses números também sejam expressivos. Segundo Julia e Renata, essas operações perderam fôlego depois que o BC inverteu a mão da política monetária, no fim de agosto, e começou a reduzir os juros. Em novembro e dezembro, por exemplo, saíram do país US$ 400 milhões por esse canal. Com juros menores e IOF agora zerado na entrada de dinheiro para ações (para títulos públicos, permanece a taxa de 6%), há menos incentivo para o uso desse expediente, que elas classificam como “arbitragem regulatória”.

As pesquisadoras dizem ainda que a existência de operações para escapar do IOF não exclui um movimento simultâneo de entrada de dinheiro para uso em atividades produtivas. A questão é que o aumento dos fluxos, especialmente no primeiro trimestre de 2011, sugeriu um elemento novo.

Caseiro diz que a hipótese das pesquisadoras do Ipea deve ser levada em conta, mas acredita que a maior parte dos recursos vindos das filiais para as matrizes tende a ir para projetos no setor produtivo. “O IOF aumentou em 2010, e a tendência de alta dos empréstimos de capital das subsidiárias para as matrizes ocorre desde 2007, quando a economia passou a apresentar um ciclo de crescimento mais intenso e sustentável.”

Lacerda acha que as duas hipóteses não são excludentes, dando como exemplo uma empresa que tem um plano de investimento a ser realizado em dois anos. Nesse caso, a companhia traz os recursos da filial, aplica o dinheiro na renda fixa e o desembolsa ao longo do tempo, à medida que constrói uma nova fábrica.

Avanços em bioenergia

terça-feira, novembro 1st, 2011

Agência FAPESP – A Bioenergia foi o tema de uma das sessões do simpósio FAPESP Week, encerrado na quarta-feira (26/10) em Washington, Estados Unidos, na qual pesquisadores brasileiros discutiram os recentes avanços científicos e tecnológicos e as perspectivas para a produção sustentável de biocombustíveis no mundo.

Glaucia Souza, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, apresentou resultados do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), do qual é um dos membros da coordenação. O objetivo do programa, segundo ela, é articular atividades de pesquisa e desenvolvimento em laboratórios e empresas para promover o avanço do conhecimento e sua aplicação na produção sustentável de energia a partir do etanol de cana-de-açúcar.

Em sua apresentação, Souza relatou a estrutura e divisões do programa, além de objetivos e resultados de alguns dos 56 projetos de pesquisa em andamento. A pesquisadora destacou a capacidade e resistência dos atuais cultivares para produção de alimentos e energia a custos compatíveis e o balanço energético positivo e baixa emissão de gases de efeito estufa das atuais variedades de cana.

Uma indústria bem desenvolvida no Brasil, segundo a pesquisadora, beneficia-se da produção de 80 toneladas de cana por hectare plantado, com uma produção de 28 bilhões de litros de etanol em 400 usinas instaladas no país. Souza ressaltou ainda que 47% da matriz energética brasileira é renovável. Em países em desenvolvimento é de 13% e cerca de 8% em países desenvolvidos.

A divisão de biomassa do programa trata da rota tecnológica da produção de biocombustível pela aplicação de técnicas de biologia molecular para aumentar a produtividade da cana. Segundo a professora, da forma como é possível fazer esse trabalho hoje, seriam necessários 12 anos para se chegar a essa variedade de alta produção.

“O que queremos é acelerar esse processo por meio da rota transgênica, usando marcadores moleculares”, disse Souza. Os projetos nessa divisão, segundo ela, estudam variedades de cana, fazem o sequenciamento do genoma da cana, e desenvolvem algoritimos para entender a complexidade do processo de geração de novas variedades, entre outros temas.

Perspectiva da indústria

Carlos Calmanovici, da ETH Bioenergia destacou o recente acordo firmado com a FAPESP e a criação de um Centro de pesquisa e desenvolvimento na empresa como uma oportunidade de desenvolvimento. A empresa possui duas usinas no Brasil e pretende colocar outras sete em operação para chegar a uma capacidade de produzir tês bilhões de litros de etanol até 14 milhões de litros de etanol até 2013.

Em sua apresentação, Fernanda Gandara, da Synthetic Genomics relatou o trabalho da companhia para desenvolver processos para síntese de produtos de interesse por meio da alteração do genoma de microrganismos.

“Estamos manipulando o genoma de leveduras e alga fotossintética para que elas realizem as funções que desejamos. A partir de fontes diferentes de carbono, como biomassa de plantas ou dióxido de carbono, esses organismos transformam o carbono absorvido em produtos de maior valor agregado, como, produtos químicos, biocombustíveis ou novas fontes de alimentos ou fármacos”, disse.

Multinacionais brasileiras dinamizam a economia

segunda-feira, outubro 24th, 2011

Artigo de Glauco Arbix e Luiz Caseiro, do Observatório da Inovação, publicado no Valor Econômico, sobre multinacionais brasileiras. Para baixar o arquivo PDF da matéria, clique aqui.

 

Multinacionais brasileiras dinamizam a economia

Por Glauco Arbix* e Luiz Caseiro*

Com direito a destaque na mídia, as matrizes das multinacionais brasileiras registraram grande transferência de recursos gerados por suas subsidiárias no exterior. Apenas de janeiro a agosto deste ano o montante foi de US$ 22,8 bilhões, o que expressa o potencial dinamizador do processo de internacionalização das empresas brasileiras. Esse movimento, porém, não é exatamente uma novidade, uma vez que já ocorre pelo quinto ano consecutivo.

De 2007 a 2011 (agosto), as multinacionais brasileiras trouxeram do exterior US$ 107,6 bilhões em investimentos. Mais importante ainda, diferentemente do que afirmaram alguns analistas, essa transferência não representou um refluxo do processo de internacionalização. Mesmo em 2009 e 2011, quando a internalização de investimentos superou o volume de recursos enviados ao exterior, as empresas brasileiras ampliaram ainda mais seus ativos fora do país.

Há diferenças entre o tipo de investimento que entra e o que sai. Enquanto que 63% (ou US$ 79,3 bi) do Investimento Externo Direto (IED) realizado pelas matrizes brasileiras nesses cinco anos destinaram-se à aquisição de empresas no exterior, apenas 15% dos recursos que entraram tiveram origem na liquidação de ativos. Os 85% restantes (US$ 91,4 bi) foram empréstimos que as subsidiárias brasileiras fizeram para suas matrizes aqui instaladas. Ou seja, ao mesmo tempo em que compraram ou participaram de mais empresas no exterior, as empresas brasileiras levantaram, via subsidiárias, novos recursos para investir no mercado interno.

Estudos demonstram haver uma alta correlação entre internacionalização e a capacidade de inovação

Até agosto desse ano, as matrizes brasileiras enviaram US$ 8 bilhões líquidos para aquisições totais ou parciais (acima de 10%) de empresas no exterior. Ainda é um desafio identificar e mapear com detalhes quais são os alvos dessas ações e seus impactos no país.

Entretanto, mesmo sem essas informações precisas, é possível afirmar que alguns mitos foram quebrados. Se é certo que o movimento é recente e os dados ainda carecem de séries históricas mais consistentes, a tendência já revelada serve para contrariar os temores de que a internacionalização ocorreria em detrimento do investimento doméstico. Pelo contrário, a história da internacionalização das empresas brasileiras desde os anos 70 mostra que os períodos em que o estoque de IED brasileiro mais cresceu foram aqueles nos quais a economia nacional esteve mais aquecida. [destaque nosso]

Embora um grupo de multinacionais brasileiras tenha iniciado sua expansão durante a década de 80, a maioria apenas abriu subsidiárias comerciais, com o intuito de promover exportações. Isso significa que o acumulado da internacionalização dos anos 80 representou pouco em termos de IED.

Mais recentemente, embalados pela retomada do crescimento da economia, os investimentos externos voltaram a crescer. Só que desta vez numa escala sem precedentes na história e abrangendo um número muito mais amplo de empresas e cadeias produtivas.

Na última década, cresceu de forma exponencial a internacionalização de empresas dos setores produtores de commodities, como a Vale, Gerdau e Petrobras. Essas empresas são hoje players globais que ampliaram as receitas de exportação, de impostos e de postos de trabalho diretos e indiretos, assim como contribuíram para um amplo reposicionamento do Brasil no cenário geopolítico internacional.

Stock Xchng/Stock Xchng

Stock Xchng/Stock Xchng

Outras grandes empresas como Embraer e Braskem, que possuem enorme potencial de inovação, também se tornaram atores internacionais de peso, em condições de disputar a liderança tecnológica e comercial em seus respectivos mercados. Além dessas, dezenas de outras empresas como no setor mecânico (WEG), no de veículos (Marcopolo), autopeças (Sabó), software (Totvs), hardware (Bematech) e cosméticos (Natura e Boticário), apenas para citar alguns exemplos, ampliaram de forma significativa sua presença externa, mas dessa vez sem se limitar à América Latina. Buscaram com ousadia os maiores e mais dinâmicos mercados do mundo, inclusive os asiáticos, como forma de conquistar novos clientes, gerar e absorver competências e ganhar competitividade.

Não é somente via acesso a novos recursos financeiros que a internacionalização das empresas beneficia o país. Vários são os estudos que demonstram haver uma alta correlação entre internacionalização e a capacidade de inovação, assim como com o aumento de produtividade, com a diversificação produtiva e com o aumento das exportações.

Mais do que isso, quando os obstáculos e as dificuldades prevalecem e as empresas não são capazes de incorporar a internacionalização como parte integrante de suas estratégias corporativas, longe de encontrar proteção no mercado interno, apenas vêem aumentar o risco de estagnação e a perda de dinamismo. Nesses momentos, o canto de sereia do protecionismo surge como tentação quase irresistível.

O atual apoio do governo à internacionalização está, portanto, associado à busca de uma inserção externa dinâmica para as empresas brasileiras. Incentivar as empresas a batalhar sistematicamente pelo aumento de produtividade, com base na ampliação do conteúdo tecnológico de suas atividades e na valorização das iniciativas intensivas em conhecimento, é o único caminho capaz de elevar o padrão de competitividade da economia e sustentar um longo ciclo de crescimento para o país.

* Glauco Arbix é presidente da Agência Brasileira de Inovação (Finep).

Luiz Caseiro é pesquisador do Observatório da Inovação da Universidade de São Paulo (USP).

Servitização: a organização voltada para o valor do serviço

segunda-feira, outubro 24th, 2011

Slides do seminário apresentado pela Profa. Dra. Márcia Terra, professora do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, sobre o tema “Servitização: a organização voltada para o valor do serviço“, realizado em 17/10/2011, no Observatório da Inovação e Competitividade. Para abrir o arquivo PDF, clique aqui.

Servitização: a organização voltada para o valor do serviço

segunda-feira, outubro 24th, 2011

Vídeo do seminário apresentado em 17/10/2011  pela Profa. Dra. Márcia Terra, professora do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, sobre o tema

Servitização: a organização voltada para o valor do serviço

Os slides do seminário encontram-se disponíveis em nossa Biblioteca e o arquivo PDF pode ser acessado diretamente clicando aqui.
Imagem de Amostra do You Tube

IBM premia pesquisas

sexta-feira, outubro 21st, 2011

Professor da USP e doutorandos do ITA e da PUC-RS
são selecionados pela IBM do Brasil para receber
auxílio a pesquisas nas áreas de matemática e de computação

Por Elton Alisson

Agência FAPESP – Carlos Humes Junior, professor do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo (USP), e dois estudantes de pós-graduação receberão auxílios à pesquisa da IBM no Brasil por trabalhos nas áreas de matemática e computação.

Humes Junior foi um dos selecionados no IBM Faculty Award 2011 pelo projeto “Modelos matemáticos para a indústria de serviços”. As distinções foram anunciadas em cerimônia no dia 5 de outubro, em São Paulo.

Baseado em estudos que Humes Junior iniciou na década de 1970, durante doutorado na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, o projeto visa aplicar modelos matemáticos para otimizar operações de redes de computadores e de sistemas nas indústrias de serviços, como em bancos e call centers, por exemplo.

“Essas questões foram estudadas fortemente na década de 1970 e estão retornando com força agora. Pretendemos continuar realizando pesquisas nessa área usando um pouco da minha experiência em aplicações de teoria da otimização em redes de computadores e de sistemas”, disse Humes Junior à Agência FAPESP.

Por sua vez, Julio Cezar Silveira Jacques Junior, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da Faculdade de Informática da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e Juliana Bezerra, doutoranda da Divisão de Ciência da Computação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), foram escolhidos para receber o IBM Ph.D Fellowship Award 2011 por suas pesquisas, respectivamente, sobre “Segmentação humana em imagens fixas” e “Comunidades virtuais auto-organizadas: mecanismos de resposta a conflitos e de motivação.

Segundo a IBM do Brasil, o IBM Faculty Award premia anualmente professores de “universidades renomadas em todo o mundo que atuam na criação de ciência e tecnologia que tornem o mundo mais inteligente”. O prêmio tem por objetivo estimular a colaboração entre a academia e a indústria, em áreas de interesse estratégico da IBM.

O processo de seleção envolve projetos apresentados por centenas de professores pertencentes às melhores universidades do mundo, e o recebimento do auxílio é o reconhecimento da relevância e provável impacto da pesquisa do professor agraciado, segundo a empresa.

Já o IBM Ph.D. Fellowship é uma bolsa direcionada a doutorandos que realizam estudos sobre questões que contribuam para a solução de problemas de interesse da empresa e que representem contribuições científicas significativas para as áreas de ciência da computação, engenharia elétrica e de materiais, ciências físicas, matemática e ciência de serviços.

As bolsas são concedidas anualmente para doutorandos com atuação acadêmico-científica de destaque em todo o mundo, selecionados por meio de um processo global de seleção altamente competitivo.

O auxílio e as bolsas foram entregues durante o primeiro Colóquio Técnico-Científico realizado pela empresa pela primeira vez no Brasil como parte da celebração de seu centenário.

Promovido pelo laboratório brasileiro da divisão de pesquisa da companhia, o evento foi dedicado à principal linha de pesquisa do laboratório – a exploração de recursos naturais, em especial, petróleo e gás, recursos minerais e agricultura.

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