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	<title>Observatório da Inovação e Competitividade</title>
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	<description>Site do Observatório da Inovação da USP, uma iniciativa do IEA/USP, coordenado pelos Professores Glauco Arbix e Mário Salerno.</description>
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		<title>Defesanet &#8211; MB inaugura a Unidade Piloto de Hexafluoreto de Urânio e o Centro de Instrução e Adestramento Nuclear ARAMAR</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Peterson F. da Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Programa Nuclear ARAMAR Marinha do Brasil Urânio Energia]]></category>

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		<description><![CDATA[MB inaugura a Unidade Piloto de Hexafluoreto de Urânio e o Centro de Instrução e Adestramento Nuclear ARAMAR Empreendimentos possibilitam formação de mão-de-obra especializada para o submarino com propulsão nuclear e representam um marco no enriquecimento de urânio no Brasil 16 de Fevereiro, 2012 &#8211; 14:50 ( Brasília ) ________________________________________ No dia 16 de fevereiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MB inaugura a Unidade Piloto de Hexafluoreto de Urânio e o Centro de Instrução e Adestramento Nuclear ARAMAR<br />
Empreendimentos possibilitam formação de mão-de-obra especializada para o submarino com propulsão nuclear e representam um marco no enriquecimento de urânio no Brasil<br />
16 de Fevereiro, 2012 &#8211; 14:50 ( Brasília )<br />
________________________________________<br />
No dia 16 de fevereiro, será inaugurada a Unidade Produtora de Hexafluoreto de Urânio (USEXA) e o Centro de Instrução e Adestramento Nuclear ARAMAR (CIANA), nas dependências do Centro Experimental ARAMAR (CEA), da Marinha do Brasil, em Sorocaba (SP).</p>
<p>Com as presenças do Ministro de Ciência e Tecnologia e Inovação &#8211; Sr. Marco Antônio Raupp -, do Comandante da Marinha &#8211; Almirante-de-Esquadra Julio Soares Moura Neto &#8211; e do Diretor-Geral do Material da Marinha &#8211; Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos -, o evento representa um passo importante no Programa Nuclear da Marinha, que por sua vez, viabilizará a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro. Além disso, trata-se de um marco para o país no processo de enriquecimento de urânio, possibilitando a produção de combustível nuclear para as usinas de geração de energia.</p>
<p>Saiba Mais:</p>
<p>Unidade Piloto de Hexafluoreto de Urânio – USEXA</p>
<p>A USEXA é uma unidade piloto onde se converte o minério beneficiado de urânio (“yellow cake”) em hexafluoreto de urânio (UF6) gasoso. Em síntese, a conversão de urânio é um conjunto de processos físicos e químicos que versam sobre a transformação de compostos de urânio, onde o UF6 é o produto final. Este é a matéria prima para a etapa de enriquecimento de urânio, posterior à conversão. Isto é, sem a conversão de urânio não é possível produzir combustível nuclear para as usinas como as de Angra.</p>
<p>A USEXA dimensionada para produção 40 ton de UF6 natural/ano, sendo uma das poucas unidades novas em comissionamento no mundo. Os trabalhos técnicos e projetos de sistemas da USEXA baseiam-se em estudos e pesquisas feitas nos anos 90 no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares &#8211; IPEN, acrescendo-se instrumentação, materiais e dispositivos eletrônicos atualizados e engenharia para aumento de escala. A USEXA apresenta um índice de nacionalização de cerca de 80%, gerando-se empregos de nível médio e superior, na sua maioria, na região de São Paulo e Sorocaba.</p>
<p>O início de operação da USEXA representa, assim, mais um marco alcançado na solidificação da engenharia nuclear no campo industrial do Brasil. A USEXA serve também como referência à futura unidade de conversão a cargo da INB, incluindo-se o licenciamento ambiental e nuclear.</p>
<p>Centro de Instrução e Adestramento Nuclear ARAMAR – CIANA</p>
<p>O Laboratório de Geração Núcleoelétrica (LABGENE) é uma planta nuclear, projetada por brasileiros e que está sendo construída em ARAMAR com seu término previsto para 2014.</p>
<p>Tendo em vista a necessidade de possuir um centro capaz de prover a formação adequada dos futuros operadores do LABGENE e das futuras tripulações dos Submarinos Nucleares Brasileiros (SN-BR), a Marinha construiu o CIANA, totalmente voltado para a formação de pessoal.</p>
<p>O objetivo principal dessa gama de estudos e treinamentos é capacitar os alunos para a obtenção da licença de operação do LABGENE a ser concedida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear &#8211; CNEN, após terem sido aprovados em um conjunto de provas teóricas e práticas.</p>
<p>Na fase atual, o CIANA preparará não só operadores do LABGENE, o qual possui forte similaridade física e funcional com a parte de propulsão do Submarino Nuclear Brasileiro -SN-BR, mas também os futuros instrutores das tripulações ligadas aos meios de propulsão nuclear.</p>
<p>Fonte: http://www.defesanet.com.br/prosub/noticia/4822/MB-inaugura-a-Unidade-Piloto-de-Hexafluoreto-de-Uranio-e-o-Centro-de-Instrucao-e-Adestramento-Nuclear-ARAMAR</p>
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		<title>Ministério da Defesa &#8211; Seminário na Câmara discutirá reaparelhamento das Forças Armadas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 19:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Peterson F. da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Indústria de Defesa Forças Armadas Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília, 10/02/2012 — O ministro da Defesa, Celso Amorim, participará da abertura do II Seminário de Defesa Nacional, promovido pela Frente Parlamentar de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados e pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE). O objetivo do encontro, que terá lugar na próxima quarta-feira (15/02), é debater [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília, 10/02/2012 — O ministro da Defesa, Celso Amorim, participará da abertura do II Seminário de Defesa Nacional, promovido pela Frente Parlamentar de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados e pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE). O objetivo do encontro, que terá lugar na próxima quarta-feira (15/02), é debater a relação entre a Estratégia Nacional de Defesa (END), o desenvolvimento sustentado do Brasil e os interesses da sociedade brasileira.</p>
<p>Participarão da abertura o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia; o presidente da Frente Parlamentar de Defesa Nacional, deputado Carlos Zaratini; e o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.</p>
<p>Dentre os temas a serem discutidos estão os projetos estruturantes, o reaparelhamento das Forças Armadas, o fortalecimento da Base Industrial de Defesa e as medidas julgadas necessárias para o fortalecimento do setor, como a MP 544/2011, que estabelece normas especiais para as contratações e desenvolvimento de produtos e de sistemas de defesa.</p>
<p>PAED</p>
<p>O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general-de-exército José Carlos de Nardi, abrirá o primeiro painel, do qual participarão os chefes de estado maior da Marinha, almirante-de-esquadra João Afonso Prado Maia de Faria; do Exército, general-de-exército Joaquim Silva e Luna, e da Aeronáutica, tenente-brigadeiro-do-ar Aprígio Eduardo de Moura Azevedo.</p>
<p>&#8220;Vamos apresentar um panorama amplo do Plano de Articulação e Equipamento de Defesa (PAED)&#8221;, disse o general De Nardi, &#8220;que irá estabelecer os fundamentos para o processo de modernização da Defesa nacional.&#8221;</p>
<p>Para o deputado Carlos Zaratini, o seminário é extremamente importante para aprofundar o debate sobre a criação de uma política industrial e de incentivo tecnológico dentro dos parâmetros estabelecidos pela Estratégia Nacional de Defesa. &#8220;Nosso objetivo é ampliar o máximo a autonomia de nosso parque industrial e de reverter a atual dependência de fornecedores estrangeiros&#8221;, ressaltou. Veja a programação completa. </p>
<p>Local: Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados<br />
Data e hora: 15 de fevereiro, às 9h<br />
Inscrições pelos endereços eletrônicos: abimde@abimde.org.br e comunicacao@abimde.org.br </p>
<p>Fonte: Ministério da Defesa/Assessoria de Comunicação Social<br />
Contato: (61) 3312-4070 // 4071</p>
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		<title>Dilma e o espírito animal dos empresários</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Caseiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cristiano Romero (do Valor Econômico) Os investidores estrangeiros estão mais otimistas com o Brasil que os nacionais. Enquanto os primeiros seguem batendo recordes de aplicação no país em todas as modalidades de investimento, os residentes mostram desconfiança. Tem sido assim desde o pós-crise, principalmente a partir do último trimestre de 2010, quando a taxa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Por <strong>Cristiano Romero (do Valor Econômico)</strong></div>
<div id="node-body">
<p>Os investidores estrangeiros estão mais otimistas com o Brasil que os nacionais. Enquanto os primeiros seguem batendo recordes de aplicação no país em todas as modalidades de investimento, os residentes mostram desconfiança. Tem sido assim desde o pós-crise, principalmente a partir do último trimestre de 2010, quando a taxa de investimento passou a andar de lado.</p>
<p>A presidente Dilma Rousseff pretende ouvir nas próximas semanas representantes dos vários setores da economia. Obviamente, ela conhece entraves e gargalos que diminuem a competitividade da produção nacional, mas quer escutar o diagnóstico diretamente dos empresários.</p>
<p>Há a feliz constatação no governo de que o ciclo de reformas microeconômicas iniciado há nove anos, ainda na gestão de Antonio Palocci no Ministério da Fazenda, está perto de ser concluído, o que exige a formulação de novas medidas para melhorar o ambiente de negócios e reduzir os custos de produção no país.</p>
<p><strong><cite dir="ltr">Investidor externo está mais otimista do que o brasileiro</cite></strong></p>
<p>Houve avanços importantes nesse período, como a aprovação da Lei de Falências, a instituição da alienação fiduciária, a adoção de mecanismos para dinamizar o mercado imobiliário, a criação do sistema de defesa da concorrência, a bancarização. Foram iniciativas que, avaliadas em perspectiva, ajudaram a acelerar o crescimento da economia nos anos recentes.</p>
<p>O governo Dilma tenta avançar, agora, na conclusão dessa agenda, com a regulamentação da reforma da previdência do setor público, mediante aprovação do projeto de lei que institui o fundo de pensão dos funcionários públicos (conhecido como Funpresp). Paralelamente, adota medidas, como a privatização da gestão de aeroportos e a elevação dos investimentos públicos, para melhorar a infraestrutura. Já está na agenda também estudo para conceder à iniciativa privada a administração de portos.</p>
<p>Depois de conceder os três maiores aeroportos do país &#8211; Guarulhos (São Paulo), Viracopos (Campinas) e Juscelino Kubitschek (Brasília) -, em leilão marcado para segunda-feira, o governo incluirá na lista de concessão Galeão (Rio de Janeiro) e Confins (Belo Horizonte). &#8220;Esta é uma agenda vitoriosa da presidente&#8221;, diz um interlocutor frequente de Dilma.</p>
<p>O passo, este muito mais complicado que todos os outros, é mexer na tributação. A Receita Federal vem trabalhando desde o ano passado na simplificação de dois tributos &#8211; PIS e Cofins &#8211; que incidem sobre o faturamento das empresas. A conclusão desse trabalho pode facilitar não só a cobrança dos tributos, mas também a devolução de créditos devidos às empresas. O saldo, se o governo não cair na tentação de aumentar tarifa, pode ser a redução da alíquota efetiva paga pelos contribuintes, o que resultará, portanto, em diminuição da carga tributária.</p>
<p>Na seara dos impostos, qualquer mudança que facilite a vida dos contribuintes é positiva, mas, se ficar restrita à simplificação de PIS e Cofins, é muito pouco. O Brasil tem uma carga tributária elevada (cerca de 36% do PIB) para país em desenvolvimento, impostos de alta complexidade e regressivos. A presidente Dilma, segundo fonte com trânsito no Palácio do Planalto, tem consciência do problema.</p>
<p>Está claro para as mentes mais abertas de Brasília que o ciclo econômico recentemente vivido pelo país necessita de novo gás. A perda de fôlego do investimento privado mostra isso. Entre o primeiro trimestre de 2003 e o terceiro de 2008, quando a economia saiu de uma crise interna e entrou em outra, motivada por razões externas, a taxa de investimento da economia, medida a partir da relação entre a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que reflete a compra de máquinas e equipamentos pelas empresas, e o PIB, foi de 16,29 para 20,62, um salto, portanto, de 4,33 pontos percentuais do PIB.</p>
<p>O tombo da economia provocado pela crise internacional de 2008 foi tão forte que essa mesma taxa recuou para 17,02% do PIB no primeiro trimestre de 2009. Mesmo com a recuperação nos trimestres seguintes, os números são decepcionantes. No terceiro trimestre de 2011 (último dado disponível), a taxa de investimento chegou a 20,02% do PIB, já considerada a revisão da metodologia de cálculo do PIB feita pelo IBGE, medida que provocou incremento no valor apurado.</p>
<p>Uma outra forma de olhar o investimento é observar a evolução trimestral da FBCF. Depois de um forte avanço nos três primeiros trimestres de 2010, com taxas de crescimento superiores a 20%, o indicador vem mostrando desempenho pífio. No terceiro trimestre do ano passado, cresceu apenas 2,48% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Chama a atenção o fato de o investidor estrangeiro ter, neste momento, outra opinião sobre as perspectivas do Brasil. Na categoria investimento estrangeiro direto (IED), um termômetro do grau de confiança do empresário no desempenho do setor produtivo, os valores não param de crescer. Em 2011, bateu recorde (US$ 66,6 bilhões), neste ano deve ter um recuo normal por causa da crise mundial (mesmo assim, para US$ 50 bilhões, segundo melhor resultado da história, de acordo com o Banco Central) e, em 2013, voltar a acelerar (para US$ 70 bilhões, segundo estimativa do Credit Suisse).</p>
<p><strong>Cristiano Romero é editor-executivo e escreve às quartas-feiras</strong></p>
</div>
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		<title>40 anos de Bibliometria no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Slides do seminário apresentado pelo Prof. Dr. Rogério Mugnaini, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, sobre o tema &#8220;40 anos de Bibliometria no Brasil: da bibliografia estatística à avaliação da produção científica&#8220;, realizado em 28/11/2011, no Observatório da Inovação e Competitividade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Slides do seminário apresentado pelo <strong>Prof. Dr. Rogério Mugnaini</strong>, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, sobre o tema &#8220;<strong>40 anos de Bibliometria no Brasil: da bibliografia estatística à avaliação da produção científica</strong>&#8220;, realizado em 28/11/2011, no Observatório da Inovação e Competitividade. Para abrir o arquivo PDF, <strong><a title="11-11-28-RogerioMugnaini.pdf" href="http://www.observatoriousp.pro.br/wp-content/uploads/11-11-28-RogerioMugnaini.pdf" target="_blank">clique aqui</a></strong>.</p>
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		<title>40 anos de Bibliometria no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vídeo do seminário apresentado em 28/11/2011 pelo Prof. Dr. Rogério Mugnaini, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, sobre o tema 40 anos de Bibliometria no Brasil: da bibliografia estatística à avaliação da produção científica Os slides do seminário encontram-se disponíveis em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vídeo do seminário apresentado em 28/11/2011 pelo <strong>Prof. Dr. Rogério Mugnaini</strong>, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, sobre o tema</p>
<p style="text-align: center;"><strong>40 anos de Bibliometria no Brasil: da bibliografia estatística à avaliação da produção científica</strong></p>
<div>Os slides do seminário encontram-se disponíveis em nossa <strong><a title="Biblioteca" href="../biblioteca/" target="_blank">Biblioteca</a> </strong>e o arquivo PDF pode ser acessado diretamente <a title="11-11-28-RogerioMugnaini.pdf" href="http://www.observatoriousp.pro.br/wp-content/uploads/11-11-28-RogerioMugnaini.pdf" target="_blank">clicando aqui</a>.</div>
<p><a href="http://www.observatoriousp.pro.br/40-anos-de-bibliometria-no-brasil/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Inovação radical: empresas nascentes de base tecnológica</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Slides do seminário apresentado por Leonardo A. de Vasconcelos Gomes, doutorando pelo Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, sobre o tema &#8220;Inovação radical: empresas nascentes de base tecnológica&#8220;, realizado em 21/11/2011, no Observatório da Inovação e Competitividade. Para abrir o arquivo PDF, clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Slides do seminário apresentado por <strong>Leonardo A. de Vasconcelos Gomes</strong>, doutorando pelo Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, sobre o tema &#8220;<strong>Inovação radical: empresas nascentes de base tecnológica</strong>&#8220;, realizado em 21/11/2011, no Observatório da Inovação e Competitividade.<br />
Para abrir o arquivo PDF, <strong><a title="11_11_21_LeonardoGomes.pdf" href="http://www.observatoriousp.pro.br/wp-content/uploads/11_11_21_LeonardoGomes.pdf" target="_blank">clique aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Inovação radical: empresas nascentes de base tecnológica</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vídeo do seminário apresentado em 21/11/2011 pelo Leonardo A. de Vasconcelos Gomes, doutorando pelo Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, sobre o tema Inovação radical: empresas nascentes de base tecnológica Os slides do seminário encontram-se disponíveis em nossa Biblioteca e o arquivo PDF pode ser acessado diretamente clicando aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vídeo do seminário apresentado em 21/11/2011 pelo <strong>Leonardo A. de Vasconcelos Gomes</strong>, doutorando pelo Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, sobre o tema</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Inovação radical: empresas nascentes de base tecnológica</strong></p>
<div>Os slides do seminário encontram-se disponíveis em nossa <strong><a title="Biblioteca" href="../biblioteca/" target="_blank">Biblioteca</a> </strong>e o arquivo PDF pode ser acessado diretamente <a title="11_11_21_LeonardoGomes.pdf" href="http://www.observatoriousp.pro.br/wp-content/uploads/11_11_21_LeonardoGomes.pdf" target="_blank">clicando aqui</a>.</div>
<p><a href="http://www.observatoriousp.pro.br/inovacao-radical-empresas-nascentes-de-base-tecnologica/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Filial de múlti envia US$ 21 bi a matriz no país</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 11:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Amaral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As matrizes das multinacionais brasileiras receberam em 2011 um fluxo expressivo de recursos de suas filiais no exterior, nos chamados empréstimos intercompanhias. Nessas operações, as entradas no Brasil superaram as saídas em US$ 21,2 bilhões. Pesquisador do Observatório de Inovação e Competitividade da USP, Luiz Caseiro diz que a ampliação da presença das empresas brasileiras no exterior aumenta a capacidade de levantar recursos fora do país. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Valor Econômico</strong><br />
06/02/2012<br />
<strong>Filial de múlti envia US$ 21 bi a matriz no país</strong></p>
<p>Por Sergio Lamucci | De São Paulo</p>
<p style="text-align: justify;">As matrizes das multinacionais brasileiras receberam em 2011 um fluxo expressivo de recursos de suas filiais no exterior, nos chamados empréstimos intercompanhias. Nessas operações, as entradas no Brasil superaram as saídas em US$ 21,2 bilhões, o que fez o saldo líquido total de investimentos brasileiros diretos no exterior &#8211; voltados para atividades produtivas &#8211; ficar positivo em US$ 9,3 bilhões, uma vez que o fluxo de compras de participação no capital de empresas lá fora ficou negativo em US$ 11,9 bilhões. Os números são do Banco Central.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado causa alguma estranheza, porque o processo de internacionalização das companhias brasileiras está no começo, e seria natural que as saídas de recursos fossem superiores às entradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem acredite que as empresas trouxeram neste ano mais dinheiro das filiais com o objetivo de evitar a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas aplicações em ações e principamente em renda fixa (para aproveitar o diferencial entre juros internos e externos), mas vários analistas têm explicação mais benigna. O dinheiro viria para as companhias investirem em atividades produtivas, uma vez que as perspectivas de crescimento da demanda por aqui são mais favoráveis do que em boa parte do mundo. Os investimentos brasileiros diretos se compõem da soma das operações de participação no capital e dos empréstimos intercompanhias.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisador do Observatório de Inovação e Competitividade da USP, Luiz Caseiro diz que a ampliação da presença das empresas brasileiras no exterior aumenta a capacidade de levantar recursos fora do país. Uma das vantagens da internacionalização, lembram analistas, é o acesso a capital com custos mais baixos. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização (Sobeet), Luís Afonso Lima, num momento em que a economia brasileira oferece oportunidades interessantes de expansão, as empresas tendem a dar preferência a projetos por aqui. &#8220;É um recuo tático, não um abandono das operações fora do país.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Caseiro também não vê esse movimento como um retrocesso na fase de internacionalização. Ele lembra que, no caso das operações de participação de capital, as saídas de recursos do Brasil continuaram a superar as entradas em 2011. Isso quer dizer que as empresas seguem aumentando a presença fora do país. Nos últimos anos, companhias como Vale, Petrobras, Gerdau, Weg e Marcopolo ampliaram a atuação no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos US$ 21,2 bilhões que voltaram ao país sob a forma de empréstimos intercompanhias, US$ 15,1 bilhões se referem a operações em que a filial amortiza recursos que haviam sido emprestados pela matriz. Para o professor Antonio Corrêa de Lacerda, da PUC-SP, esse movimento pode confirmar a hipótese de que as empresas decidem trazer recursos das subsidiárias por verem perspectivas mais promissoras por aqui. &#8220;É um movimento de trazer parte do dinheiro de volta, mas não de desistir da internacionalização.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Lima diz que as empresas podem &#8220;arbitrar&#8221; a data de amortização de empréstimos de suas filiais, ou seja, têm espaço para definir quando mandar o dinheiro de volta. Dado que hoje os projetos em várias áreas são mais promissores no Brasil, faz sentido trazer os recursos. &#8220;Como se trata de uma relação entre matriz e subsidiária, a tendência é que esses pagamentos ocorram em função de um planejamento da organização de investimentos&#8221;, reforça Caseiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda uma fatia de US$ 6,1 bilhões do fluxo líquido de US$ 21,2 bilhões de empréstimos intercompanhias para o Brasil que se refere a recursos emprestados às matrizes pelas filiais. Como o custo do dinheiro no exterior é mais baixo, há um estímulo para que as subsidiárias tomem emprestado no exterior e repassem para as sedes investirem em projetos num mercado de maior potencial de crescimento, dizem analistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadoras do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Julia Braga e Renata Carvalho acreditam que o forte aumento do fluxo de recursos das filiais para as matrizes neste ano pode ter outro motivo. Para elas, as empresas estão buscando opções para evitar a cobrança do IOF nas aplicações de recursos em ações e renda fixa. Em outubro de 2010, a alíquota para a renda fixa subiu de 2% para 6%, e a de ações foi definida em 2%. As pesquisadoras notaram primeiro o aumento dos fluxos de investimentos estrangeiros diretos, que também passaram a apresentar maior volatilidade, característica típica de capitais de curto prazo, como as aplicações em ações e renda fixa.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, o fluxo das filiais no exterior para as matrizes em 2011, de US$ 21,2 bilhões, ficou bem acima dos US$ 15,2 bilhões de 2010 e dos US$ 14,6 bilhões de 2009, embora esses números também sejam expressivos. Segundo Julia e Renata, essas operações perderam fôlego depois que o BC inverteu a mão da política monetária, no fim de agosto, e começou a reduzir os juros. Em novembro e dezembro, por exemplo, saíram do país US$ 400 milhões por esse canal. Com juros menores e IOF agora zerado na entrada de dinheiro para ações (para títulos públicos, permanece a taxa de 6%), há menos incentivo para o uso desse expediente, que elas classificam como &#8220;arbitragem regulatória&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisadoras dizem ainda que a existência de operações para escapar do IOF não exclui um movimento simultâneo de entrada de dinheiro para uso em atividades produtivas. A questão é que o aumento dos fluxos, especialmente no primeiro trimestre de 2011, sugeriu um elemento novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Caseiro diz que a hipótese das pesquisadoras do Ipea deve ser levada em conta, mas acredita que a maior parte dos recursos vindos das filiais para as matrizes tende a ir para projetos no setor produtivo. &#8220;O IOF aumentou em 2010, e a tendência de alta dos empréstimos de capital das subsidiárias para as matrizes ocorre desde 2007, quando a economia passou a apresentar um ciclo de crescimento mais intenso e sustentável.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Lacerda acha que as duas hipóteses não são excludentes, dando como exemplo uma empresa que tem um plano de investimento a ser realizado em dois anos. Nesse caso, a companhia traz os recursos da filial, aplica o dinheiro na renda fixa e o desembolsa ao longo do tempo, à medida que constrói uma nova fábrica.</p>
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		<title>INFOREL &#8211; Brasil e Índia vão reforçar cooperação em Defesa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Peterson F. da Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
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		<description><![CDATA[No próximo sábado, 4, o ministro da Defesa, Celso Amorim, desembarca em Nova Déli, na Índia, para uma visita de cinco dias. Na oportunidade, ele vai discutir uma série de acordos bilaterais de cooperação em Defesa, visitará instalações militares e se reunirá com autoridades do setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">01/02/2012 &#8211; 08h56</p>
<p><a href="http://www.inforel.org/" target="_blank">INFOREL</a></p>
<p style="text-align: justify;">Brasília &#8211; No próximo sábado, 4, o ministro da Defesa, Celso Amorim, desembarca em Nova Déli, na Índia, para uma visita de cinco dias. Na oportunidade, ele vai discutir uma série de acordos bilaterais de cooperação em Defesa, visitará instalações militares e se reunirá com autoridades do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Amorim viajará acompanhado do Comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito e do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi. Em Nova Déli, eles terão reuniões de trabalho com o ministro da Defesa da Índia, A.K. Antony, com o assessor de Segurança Nacional, Shankar Menon, e o primeiro-ministro, Manmoham Singh.</p>
<p style="text-align: justify;">Na cidade de Bangalore, a comitiva brasileira conhecerá as instalações da empresa Hindustan Aeronautics Limited (HAL) e visitará a 50ª Brigada Paraquedista, unidade militar indiana de elite situada na cidade de Agra.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o ministério da Defesa, a Índia mantém cooperação intensa em matéria de defesa com países como a França e a Rússia, mas, a exemplo do Brasil, trabalha para reduzir a dependência tecnológica e para isso, investe no desenvolvimento de produtos e serviços de emprego militar como blindados, mísseis e aviões de combate.</p>
<p style="text-align: justify;">O país acaba de concluir um processo de licitação para a compra de 126 aviões de caça. A compra direta será de apenas 18 aeronaves. As 108 restantes serão construídas na Índia com a transferência tecnológica. O modelo escolhido foi o Rafale, de fabricação francesa e que também participa do Programa Fx2 da Força Aérea Brasileira (FAB).</p>
<p style="text-align: justify;">Para o transporte de autoridades, a Índia adquiriu recentemente o modelo Legacy 600, fabricado pela EMBRAER.</p>
<p style="text-align: justify;">Prioridade estratégica</p>
<p style="text-align: justify;">O ministério da Defesa informou que a parceria com a Índia em diversos campos, incluindo a Defesa, é uma prioridade estratégica do Brasil. O governo entende que existe um amplo potencial de cooperação científico-tecnológica com o país asiático no setor militar, com a possibilidade de desenvolvimento de projetos de interesse mútuo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre esses projetos, está a cooperação naval em projetos de construção de porta-aviões e submarinos da classe Scorpène, além da ampliação do intercâmbio de vagas para oficiais das Forças Armadas em cursos de aperfeiçoamento e de altos estudos oferecidos pelas escolas militares de ambos os países.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o ministro Celso Amorim irá tratar das parcerias entre os centros de pesquisas militares dos exércitos brasileiro e indiano para o desenvolvimento de equipamentos de defesa que possam suprir, no futuro, necessidades de projetos como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron).</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito das respectivas forças aéreas, serão tratados temas como o intercâmbio entre escolas de pilotos, medicina aeroespacial, operações de busca e salvamento e paraquedismo.</p>
<p style="text-align: justify;">As relações entre Brasil e Índia na área de defesa ganhou força com o acordo firmado em 2003 entre os dois países do IBAS, grupo integrado pela Índia, Brasil e África do Sul com o objetivo de unir propostas em temas globais e aprofundar o relacionamento em áreas diversas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde então, vários eventos bilaterais de defesa foram realizados, como visitas às Marinhas de Guerra, e reuniões de colegiados como o Comitê Conjunto de Defesa Brasil-Índia (CCD), a Comissão Mista Brasil-Índia (COMISTA) e do Grupo Setorial de Defesa do IBAS.</p>
<p style="text-align: justify;">Celso Amorim aproveitará a viagem à Índia para fazer duas escalas na Itália e Marrocos. No próximo dia 3, ele se reúne com o ministro da Defesa italiano, Giampaolo Di Paola, na cidade de Palermo. No dia 10, ele estará na cidade de Rabat, no Marrocos, onde se reunirá com os ministros da Defesa, Abdellatif Loudiyi, e das Relações Exteriores, Saad Eddine Othmani.</p>
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		<title>Defesanet &#8211; Glauco Arbix: 2012 é o ano da FINEP</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 20:32:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Peterson F. da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Finep]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Otimista com o andamento das negociações no Governo Federal para a transformação da FINEP em instituição financeira, seu presidente Glauco Arbix sinaliza que 2012 será o ano da FINEP. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Defesanet - Glauco Arbix: 2012 é o ano da FINEP" href="http://www.defesanet.com.br/tecnologia/noticia/4382/Glauco-Arbix---2012-e-o-ano-da-FINEP" target="_blank"><strong>Glauco Arbix: 2012 é o ano da FINEP</strong></a></p>
<p>13 de Janeiro, 2012 &#8211; 12:40 ( Brasília ) &#8211; Tecnologia</p>
<p style="text-align: justify;">Otimista com o andamento das negociações no Governo Federal para a transformação da FINEP em instituição financeira, o presidente Glauco Arbix sinaliza que 2012 será o ano da FINEP. Na primeira entrevista do ano, o presidente faz um balanço de sua gestão e adianta algumas metas necessárias para atingir este objetivo. As mudanças envolvem aperfeiçoamento institucional, qualificação e reforço no orçamento, entre outras medidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Grandes mudanças</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por que este é o ano da FINEP? Porque a FINEP está vivendo um momento absolutamente especial. Não sei se inédito, na medida em que será objeto de uma sequência de decisões, algumas tomadas no âmbito da própria instituição, outras em escalões e patamares superiores, como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o conjunto do Governo, em especial a Presidência da República. Porque as mudanças que estão colocadas para o País e para a FINEP superam em muito o alcance das decisões que nós podemos tomar no âmbito de uma única instituição. O Brasil precisa investir muito mais do que investe em tecnologia e inovação. Não se trata de um acréscimo incremental, que se dá gradativamente a cada ano, mas de um verdadeiro salto de qualidade no volume de recursos para inovação e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instituição Financeira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo que demos foi definir que tipo de instituição a FINEP precisa ser. Não é só porque o Banco Central não nos supervisiona ainda, mas fundamentalmente porque não estamos estruturados como instituição apta a receber recursos do Tesouro sem que isso gere impacto no superávit primário e sem que tenhamos obstáculos legais para trabalhar esses recursos da maneira como eles precisam ser trabalhados e assim chegarem na economia real. Hoje, qualquer grande recurso que venha para a FINEP, com exceção dos que chegam via FNDCT, precisa entrar via BNDES ou qualquer outra instituição financeira. O investimento que fazemos aparece, dada a nossa situação estrutural, como algo que não é caracterizado como investimento, mas como apoio ou transferência, portanto ele tem impacto no superávit primário da República. Isso é um limitante enorme, porque ficamos sempre como uma instituição dependente de outras – ou do BNDES, ou da Caixa, ou do Banco do Brasil, ou do próprio MCTI e do FNDCT. É importante que todos tenham essa visão. A FINEP multiplicou muito nos últimos 10 anos os recursos que ela trabalhou e investiu na economia, sejam voltados para empresas, no caso os reembolsáveis e a subvenção, sejam os recursos orientados para as universidades e institutos de pesquisa. É evidente que a FINEP viu esses recursos crescerem, mas ao mesmo tempo, se olharmos por outro ângulo, a FINEP foi perdendo autonomia para decidir em que lugar, em qual setor, em qual área ela poderia fazer esses investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Papel da FINEP</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A FINEP precisa ser a grande candidata à instituição que executará este plano. Ela precisa se transformar, antes de mais nada, naquilo que não é – uma instituição financeira com normas e procedimentos claros, funções segregadas, um plano de trabalho de médio e longo prazo, com recursos estáveis e autonomia para decidir e definir onde alocar os seus investimentos. Estamos muito preparados em alguns setores para algumas atividades, mas vivemos em várias áreas e segmentos um despreparo que é normal em uma entidade que não está definida para ser a principal agência que investe e responde por R$ 40 bilhões. A FINEP precisa ser imprescindível.</p>
<p style="text-align: justify;">A FINEP precisa mostrar a cada momento que merece a confiança do Governo para atuar como a mais importante instituição de apoio à tecnologia do País. Temos que provar a cada minuto que temos condições de trabalhar esses recursos e que somos a instituição mais bem equipada para isso. A FINEP precisa impulsionar a competitividade e a produtividade da economia, assim como a qualidade da nossa pesquisa e ciência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011, apresentamos nossa proposta de transformação da FINEP em uma agência de fomento, uma das tipologias definidas pelo Banco Central, a partir de um estudo realizado pela Ernst &amp; Young, empresa das mais conceituadas do mundo nesta área. É o modelo que mais flexibilidade tem para que a FINEP possa operar o crédito, o não reembolsável e o investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A elevação do padrão de qualidade do que fazemos permitirá também que participemos cada vez mais da definição do investimento do FNDCT, via sua governança e o debate no interior do MCTI. Com a transformação da FINEP em uma agência de fomento, criaremos condições para construir uma gestora de recursos, de fundos de investimento. Essa é uma ideia chave, porque aumentará as possibilidades de combinarmos os instrumentos atuais e potencializar os recursos públicos que gerimos.</p>
<p style="text-align: justify;">O movimento deflagrado em 2011 para atribuir um novo estatuto à FINEP deverá ser concluído em três anos. Nossas propostas já foram discutidas com o Banco Central e com o Ministério da Fazenda. Agora os ministros deverão se reunir e tomar a decisão final para que esta posição seja levada à Presidência da República.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Limites do sistema</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O PSI é o Programa de Sustentação de Investimento, criado em 2008 para combater a crise. Graças à Presidenta da República, instigada pelo ministro Mercadante, conseguimos R$ 3,75 bi do PSI em 2011. O programa, no entanto, está previsto para acabar em dezembro de 2012. Por isso, a questão da estabilidade de recursos para a FINEP continua na ordem do dia. Ou seja, para cumprir sua missão, a FINEP deverá buscar outras fontes, para além do PSI e mesmo do FNDCT. Essa é uma questão de fundo, pois a sociedade brasileira precisa debater as alternativas à insuficiência do atual sistema de financiamento e apoio à inovação no Brasil. O atual sistema já não consegue, nem conseguirá, dar conta da demanda por inovação e tecnologia que temos pela frente. O FNDCT aumentará de acordo com o crescimento da economia, mas não terá condições de atender às necessidades do País. Ele pode sair do que é hoje e crescer para R$ 4 bilhões ou R$ 4,5 bilhões por ano. Esse crescimento, porém, nada tem a ver com o salto exponencial que o Brasil precisa dar, ou seja, o País precisa passar de um investimento de R$ 4 bi para R$ 40 bi. Se queremos efetivamente transformar o Brasil em uma potência tecnológica, teremos de investir 1% do PIB com recursos públicos, mais 1% ou 1,5% com recursos privados em tecnologia. Foi o que fizeram os países avançados e como fazem hoje a China e a Índia, nossos concorrentes mais imediatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando acredito que 2012 tem tudo para ser o ano da FINEP, é porque a FINEP tem que se credenciar para ser a melhor e a mais eficiente instituição que trabalha pela tecnologia no país. Não podemos nos contentar em ser apenas uma dentre as melhores. Temos que ser a melhor. Temos que construir a FINEP como um corpo de elite para investir no lugar certo, com a qualidade certa, de forma que consigamos aplicar os cerca de R$ 40 bilhões na economia, nos institutos de pesquisa e nas universidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Expertise</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tecnologia e inovação não ocorrem por acaso e nem espontaneamente. Do ponto de vista de uma agência de fomento, tecnologia e inovação não acontecem apenas quando você estabelece um balcão e as empresas, institutos de pesquisa e universidades vêm procurar por financiamento. Inovação e tecnologia exigem capacidade de previsão e sintonia com o que há de mais avançado no mundo. Trata-se de funcionar como um radar capaz de identificar onde estão as falhas, obstáculos e problemas que nos impedem de desenvolver tecnologia e inovação. O Brasil construiu, ao longo de 20, 30 anos, um sistema de ciência e tecnologia muito forte, mas que, ao mesmo tempo, tem muita dificuldade para manter boa relação com a economia e com o mundo real da sociedade. A FINEP desenvolveu ao longo dos anos uma sensibilidade para trabalhar com tecnologia que nenhuma outra instituição no País possui. Tecnologia e inovação não cabem em caixinhas predeterminadas. Por mais que você tente formalizar e estabelecer um padrão de comportamento, nada permitirá que a gente prescinda da presença do analista, aquele que vai lá olhar como a tecnologia está se dando, sendo gerada e construída. Esta capacidade a FINEP conseguiu construir e é um de seus ativos mais preciosos. A FINEP sabe o caminho das pedras e tem condições de fazer isso de um modo sistemático, melhor do que outras instituições. Esta capacidade não é fácil de ser construída. É possível encontrar pessoas qualificadas em outras áreas e até mesmo grupos em outras instituições que fazem o que a FINEP faz, porém, como instituição, a FINEP está melhor posicionada do que qualquer outra para assumir esta tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Janela de oportunidades</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Destaquei três grandes blocos: a FINEP como instituição financeira; a FINEP como candidata a se construir como a principal instituição para viabilizar um salto no sistema nacional de inovação e tecnologia; e a FINEP como um corpo de elite qualificado e bem remunerado. Esses são os três grandes desafios para 2012. Estou confiante no que a FINEP pode fazer. Acho que há condições políticas, organizativas e estruturais para que ela avance nesta direção. A importância do que fizemos é grande. Conseguimos diminuir o tempo de análise, executar muito mais do que em outros anos, despejar na economia um volume de recursos recorde na história da FINEP e contratar 60% a mais de projetos em comparação a 2010; provamos que temos condições de trabalhar esses recursos de maneira mais eficiente, alocando-os em áreas prioritárias. Esse é o único trunfo que nos permitirá negociar e conseguir do Governo mais recursos para a inovação e melhores salários para nossos funcionários. Os recursos para a FINEP virão, em última instância, do Tesouro Nacional e servirão para capitalizar a FINEP, manter um padrão crescente de investimento em crédito e em não reembolsáveis, seja para empresas ou para universidades e institutos de pesquisa, assim como para outras modalidades. Por isso, a FINEP tem de ser uma empresa que respeita os recursos públicos, fazendo sempre o melhor uso dele. A FINEP trabalha no coração do investimento, pois mexe com tecnologia e ciência. Por isso, precisamos afinar instrumentos para sermos uma instituição de elite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Metas de longo prazo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não pensamos numa FINEP que passará dos atuais R$ 5 ou R$ 6 bilhões de investimento por ano para R$ 7 ou R$ 8 bilhões. Isso seria e continuará sendo importante. Pensamos numa FINEP que em 10 anos estará investindo entre R$ 40 e R$ 50 bilhões em tecnologia. Sem isso, a ideia de que o Brasil precisa investir pelo menos 1% do PIB em recursos públicos em inovação e tecnologia não será realizada. Essa é uma decisão de Governo e, mais do que isso, uma decisão de longo prazo. Ninguém que procura construir um País pode pensar no curto prazo. O atraso que o Brasil tem em áreas críticas de tecnologia não será suplantado com uma visão imediatista e sem planejamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Recebemos este ano cerca de R$ 4 bi a mais que no ano passado para crédito. Foram R$ 3,750 bilhões via PSI, R$ 220 milhões via FAT, R$ 200 milhões do Funttel, dos quais R$ 100 milhões foram confirmados no final de 2011. Contratamos algo em torno de R$ 2,5 bilhões em 2011. Comprometidos para 2012, já temos R$ 6 bilhões nas três modalidades: fomento, consulta prévia e em contratação.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano conseguimos reduzir em 58,8% o tempo médio de análise e aprovação dos projetos reembolsáveis, de 249 dias para 102 dias. O desafio agora é transformar este esforço em algo mais perene. Por isso, criamos um grupo para identificar os gargalos, obstáculos, os passos que damos e que são desnecessários, de tal forma que possamos repensar as nossas estruturas e incorporar de modo mais duradouro o ritmo que criamos. Esse é um grande desafio organizacional. É preciso transformar este esforço em processo e em formas de medir este desempenho, com prazos e objetivos claros. É preciso transformar o que foi excepcional em um sistema estruturado e uma gestão mais moderna, eficiente e avançada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estou muito esperançoso com a FINEP, apesar de ter identificado, com a ajuda de pessoas que trabalham aqui, uma série de gargalos e obstáculos. Vejo, porém, muitas virtudes. Fizemos um trabalho sério, consistente, reconhecido pelo Banco Central e pela Fazenda. No geral, há receptividade para o que estamos fazendo em conjunto com o MCTI. Agora o Governo tem que definir e dizer o que ele quer da FINEP. Há grande disposição de avançar em conjunto. Se conseguirmos, será um ganho para a FINEP, para todos os seus funcionários e para o País.</p>
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